sexta-feira, 27 de março de 2009

Dicas de Meio Ambiente

quinta-feira, 26 de março de 2009

GRAFISMO INDIGENA: ESTUDOS DE ANTROPOLOGIA ESTETICA

Este livro reúne 13 artigos sobre grafismos indígenas mostrando a imensa riqueza e a grande variedade de suas manifestações entre os índios no Brasil. Importante contribuição para a etnologia brasileira o livro contou com a colaboração de antropólogos e especialista no assunto, com ampla experiência de campo, que reuniram uma rica iconografia aplicada em diferentes suportes: pedra, cerâmica, entrecasca, papel e, com maior freqüência o corpo humano. Abordando tanto questões gráficas e de forma como as simbólicas e teóricas, a maioria dos autores dá ênfase aos enfoques sociais, analisando as questões relativas a um desenvolvimento histórico específico, assim como as mudanças devido ao contato com a sociedade nacional, comercialização do artesanato e resistência étnica. Neste momento em que cresce o interesse pela questão indígena no país, o livro traz também importantes contribuições no campo da educação, nas questões relacionadas à preservação do meio ambiente, nas discussões sobre os direitos humanos e o respeito à diversidade étnica.
Anne-Marie Pessis Jussara Gomes Gruber Lucia Hussak Van Velthem Jaime Garcia Siqueira Jr. Dominique Tikin Gallois Berta Ribeiro Niede Guidon Regina Polo Muller Andre Amaral de Toral Aracy Lopes da Silva Agenor T. P. Farias Lucia Andrade Jean Langdon
ANTES: HISTORIAS DA PRE-HISTORIA
Catálogo da exposição - Um precioso acervo de peças e imagens que apontam para períodos remotos da existência do homem em território brasileiro - reunidos cuidadosamente pela curadoria de Niéde Guidon e Anne-Marie Pessis - compõe esta exposição que aprofunda o olhar do público sobre a vida e a cultura ancestrais, alcançando dezenas de milhares de anos atrás. A exposição monta um extenso painel sobre as condições de ambiente e de vida dos povos da nossa pré-história, focando a fauna, tecnologias, rituais e a arte distribuída segundo as especificidades dos habitats do litoral, do universo amazonico e dos planaltos. O acervo apresentado tem origem em coleções de notórias instituições nacionais e internacionais e, principalmente, nos acervos da Fundação Museu do Homem Americano com sede na Serra da Capivara, no município de São Raimundo Nonato, no Piauí, e no Museu Paraense Emílio Goeldi, de Belém do Pará.
Anne-Marie Pessis Niede Guidon Gabriela Martin

Mundo

Queimadas Urbanas

Uma da práticas mais antigas e mais utilizadas ainda hoje pelo homem são as queimadas. Como se o fogo fosse resolver os problemas dos famosos entulhos e/ou terrenos. É certo que a maioria das pessoas "limpam" o terreno por conta de mato alto, e a consequência é a fumaça. A fumaça pode ser definida como uma mistura complexa de sólidos em suspensão, vapores e gases, desenvolvida quando um material sofre o processo de pirólise (decomposição por efeito do calor) ou combustão. Mais de 70 produtos químicos já foram identificados na fumaça resultante das queimadas de vegetação (biomassa), sendo que muitos desses produtos são tóxicos ou têm ação cancerígena. Os gases tóxicos presentes na fumaça são aldeídos, dióxido de enxofre, óxidos de nitrogênio e monóxido de carbono. Uma reação fotoquímica provoca a síntese de ozônio, que é um gás bastante tóxico e irritante para as mucosas das vias aéreas e dos demais órgãos. Muito dióxido de carbono, também, é liberado pelas queimadas, contribuindo para o efeito-estufa e aquecimento do planeta. Mais de 90% da quantidade de partículas encontradas na fumaça, produzida pela queima de biomassa, consiste de partículas finas, que medem menos de um centésimo de milímetro, sendo invisíveis a olho nu. Atingem os pulmões, durante a inspiração do ar poluído. Essas partículas contém, além de carbono, hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, muitos deles dotados de ação carcinogênica, como o benzopireno. A queima de lixo feita em lixões e lixos clandestinos libera, também, dioxinas e furanos e merece destaque a liberação de metais pesados (chumbo, níquel, cromo e cádmio) durante a queima de tintas contida em papéis, plásticos, latas etc, bem como a liberação de compostos de mercúrio, decorrente da queima de lâmpadas fluorescentes. Os componentes desta mistura, associados ou não, influem diferentemente sobre as pessoas, ocasionando os seguintes efeitos:
  • diminuição da visibilidade devido à atenuação luminosa do local;
  • lacrimejamento e irritações dos olhos;
  • modificação de atividade orgânica pela aceleração da respiração,(falta de oxigênio), e batidas cardíacas;
  • medo;
  • desorientação;
  • Intoxicação e asfixia;
  • vômitos e tosse.
  • Jd. Rosa Branca

    A redução da visibilidade do local impede a locomoção das pessoas fazendo com que fiquem expostas por tempo maior aos gases e vapores tóxicos. Estes, por sua vez, causam a morte se estiverem presentes em quantidade suficiente e se as pessoas ficarem expostas durante um certo tempo.>

    align="center">

    Jd. Ballan II

    A fumaça é uma terrível ameaça ao ser humano e temos que erradica-lá.

    quarta-feira, 25 de março de 2009

    Campos do Jordão

    Localizada na Serra da Mantiqueira, com altitude de 1628 metros, sendo assim o mais alto município brasileiro, considerando-se a altitude da sede. Sua população estimada em 47.903 habitantes. Está localizado no maciço da Serra da Mantiqueira, uma das mais elevadas cadeias de montanhas do Brasil. Possui uma área de 289,5 km². É constantemente visitado por turistas de todo o Brasil e até mesmo do exterior, que visitam a localidade para gozar do clima de inverno e a arquitetura germânica. Campos do Jordão realiza anualmente um importante festival internacional de música erudita. Em setembro, realiza o Festival da Viola. Campos do Jordão abriga o Palácio Boa Vista, detentor de um amplo acervo de arte nacional do período colonial e do modernismo, aberto à visitação pública. Também possui o Museu Casa da Xilogravura - o maior em seu tipo existente no país - e o Museu Felícia Leirner, com esculturas a céu aberto.
    Um dos lugares que se deve visitar em Campo é o Horto Florestal. Com uma exuberante floresta de araucária deixa qualquer um sem folego. Vale a pena conferir.

    terça-feira, 24 de março de 2009

    Os Humanos Antes da Humanidade

    Fornecer informações sobre detalhes da evolução humana, demonstrando que ela é uma série complexa de ocorrências explicável por alguns princípios evolucionistas gerais, é o objetivo deste livro, que traz importantes dados sobre a existência de antepassados humanos, como o australopitecos, o Homo erectus e o homem de Neanderthal. Questões filosóficas derivadas das teorias de Charles Darwin e a ecologia que embasa a biologia e a evolução humanas são abordadas. Também há a discussão de intrigantes e desafiadoras perguntas sobre a singularidade humana relacionadas ao nosso comportamento, como a inteligência, a cultura, o comportamento social e a linguagem. Leitura de interesse para antropólogos, biólogos, arqueólogos e todos aqueles que se interessam pelo passado da espécie humana, este livro busca entender por que evoluímos e como mecanismos muito comuns atingiram um resultado tão expressivo como a nossa espécie. Vinculado ao Grupo de Pesquisas Biológicas sobre Evolução Humana da Universidade de Cambridge, Robert Foley recria o mundo perdido dos nossos antepassados que viveram e floresceram há um milhão de anos. Investiga também como, quando e onde as primeiras espécies humanas apareceram e se tornaram dominantes. O autor acredita que evoluímos graças a determinadas circunstâncias específicas no tempo e no espaço. Nesse sentido, Foley analisa a vida cotidiana das primeiras populações de macacos antropóides confrontadas com problemas sociais e ecológicos muito específicos. A obra estabelece vínculos entre generalidades da teoria evolucionista e da biologia com especificidades de épocas e lugares onde a nossa evolução ocorreu de fato. A interação entre essas variáveis é, para o autor, a chave para a explicação da nossa evolução e para a percepção do lugar da espécie humana na natureza.

    sábado, 21 de março de 2009

    Cipó Chumbo

    Família: Convolvuláceas
    Gênero:Cuscuta
    Espécie:Cuscuta racemosa
    Outros Nomes: Cipo-dourado, fios-de-ouro, xirimbeira, cuscuta.
    Um manto de filamentos dourados cobre mais freqüentemente plantas úteis, principalmente as arbustivas ornamentais de jardins. Em apenas 12 horas após ter saído de sua semente, o cipó chumbo lança seu caule em forma de gavinha à procura de um hospedeiro. Após um dia, esse caule já terá se enrodilhado firmemente em sua vítima.Ao cabo de uma semana invade o hospedeiro, momento em que rompe sua ligação com o solo para se tornar exclusivamente parasita. Como é totalmente desprovido de clorofila para fazer a fotossíntese, penetra no sistema vascular da hospedeira, sugando-lhe a seiva até levá-la à morte.
    USO MEDICINAL :
    É adstringente, estomáquico e diurético.Usa-se para combater a diarréia sanguinolentas, as hemoptises, a icterícia.Nas afecções da garganta e nas anginas, fazem-se gargarejos com o cozimento desta planta.O suco fresco é muito útil na amidalite e na rouquidão.Seca e reduzida a pó, aplica-se sobre as feridas e úlceras para as cicatrizar.
    PARTE USADA : Toda a planta.